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terça-feira, 19 de maio de 2015

Especialização em Computação Ubíqua e Distribuída - Processo Seletivo 2015

Prezad@s,

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo 2015 do Curso de Especialização em Computação Distribuída e Ubíqua, ofertado pelo GSORT (www.gsort.ifba.edu.br), Grupo de Pesquisa do Instituto Federal da Bahia. 

Participe!!


Período de Inscrição: 07/05/2015 à 01/06/2015
Investimento: gratuito
Duração do curso: 18 meses (máximo 24 meses)
Local das aulas: IFBA - Campus Salvador (Barbalho)


O Edital está disponível em:
http://www.wiki.ifba.edu.br/gsort/tiki-index.php?page=Processo+Seletivo


A Ficha de Inscrição está disponível em:
https://docs.google.com/forms/d/1k_accgN7U0HCr9Q2pIyj5_iN9xU88jSCjeNXZlr2DcA/viewform?usp=send_form

Contamos com a sua participação!

Em caso de dúvidas, favor entrar em contato.

E-mail: ecdu@ifba.edu.br
Telefone: (71)2102-9457

Cordialmente,

Secretaria ECDU
ecdu@ifba.edu.br
(71)2102-9457

sábado, 9 de outubro de 2010

Ombros de Gigantes

Estou com uma lista grande de livros, revistas e quadrinhos para ler, mas na correria do dia-a-dia terminam ficando para depois. Assim foi com "Ombros de Gigantes" um presente de aniversário do quadrinista Marlon Tenório, que até começou a ser lido, mas não achei justo "ler por ler".
No fim de semana da eleição comecei a leitura e achei os quadrinhos sensacionais, da conversa fictícia entre Arquimedes, Aristarco e Pitágoras comendo Souvlaki até a volta às aulas de Newton em um novo status na Universidade. entretantando para mim a melhor passagem do livro é o giz caindo da mão de Kepler no meio da aula, por alguns milésimos de segundo, parece que estamos lá. 

Baseado na famosa frase de Newton: “Se vi mais longe foi por estar sobre os ombros de gigantes” o livro ilustra a história da astronomia de Aristarco, Arquimedes, Eratóstenes e Ptolomeu até Newton, passando por Kepler e Galileu.

Ombros de gigantes faz parte de um projeto do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) cujo objetivo é divulgar a astronomia como ciência e profissão e a sua primeira edição foi distribuída para escolas públicas que participam da Olimpíada Brasileira de Astronomia.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Estamos sozinhos?

 
Astrônomos americanos anunciaram ontem a descoberta de um planeta quase do tamanho da Terra que, segundo eles, teria grandes chances de ser habitável. A descoberta fica a 20 anos-luz daqui. Ou seja: em termos espaciais, ele é nosso vizinho.
O planeta recém-descoberto fica na chamada "zona habitável" --local que reúne condições para que haja água em estado líquido-- de uma estrela anã conhecida como Gliese 581. Embora os cientistas ainda não tenham encontrado indícios de que realmente exista água por lá, eles já demonstram entusiasmo.
"As chances de que exista vida neste planeta é de 100%", afirma Steven Vogt, um dos autores do trabalho, publicado na revista científica "Astrophysical Journal". Os astrônomos determinaram que o planeta, batizado de Gliese 581g, tem uma massa de três a quatro vezes a da Terra e um período orbital de pouco menos de 37 dias.
Sua massa indica que provavelmente é um planeta rochoso e com gravidade suficiente para ter uma atmosfera, segundo Steven Vogt. A gravidade superficial seria quase a mesma ou um pouco maior que a terrestre. Portanto, uma pessoa poderia facilmente caminhar em posição ereta pelo planeta, dizem os cientistas.
O Gliese 581g foi descoberto por cientistas que trabalhavam no Lick-Carnegie Exoplanet Survey, após 11 anos de pesquisa. Para vasculhar o espaço, eles usaram telescópios baseados aqui mesmo na Terra.
"O fato de termos conseguido detectar este planeta tão rapidamente e tão próximo nos mostra que planetas como este devem realmente ser comuns", disse Vogt.
O planeta tem uma de suas faces sempre voltada para a sua estrela e sob influência de uma luz diária perpétua, enquanto a outra fica na escuridão eterna, porque está voltada para o lado oposto.
Consequentemente, as temperaturas decrescem do lado oposto à estrela e se elevam do lado iluminado. A área mais habitável do novo planeta seria a parte intermediária entre luz e escuridão 

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

sábado, 4 de setembro de 2010

Polêmico e Contraditório


O Universo provavelmente nasceu do nada, afirma o físico Stephen Hawking. Segundo o cientista, "não há lugar para Deus nas teorias de criação do Universo". Anteriormente, Hawking havia afirmado que a existência de um criador não era incompatível com a ciência. Mas, em seu novo livro, ele conclui que o Big Bang é uma consequência inevitável das leis da física, nada mais. Na obra "The Grand Design", que será lançado no dia 9 de setembro, o físico afirma que o Universo não precisou de um deus para ser criado. 

- A criação espontânea é a única explicação para a existência do Universo - afirma.
No livro, Hawking também contesta a teoria de Isaac Newton de que um deus teria desenhado o Universo, já que os planetas não poderiam ter nascido do caos. Citando a descoberta de 1992, que mostrou pela primeira vez planetas orbitando uma estrela que não era o Sol, Hawking disse que estão aparecendo cada vez mais evidências de que o Universo não nasceu como um "presente para os homens".
- Não é necessário invocar Deus para explicar o futuro do Universo.
Em seu best-seller de 1988, "Uma breve história do tempo", o físico parecia ter aceitado o papel de Deus na criação do Universo.
- Se conseguíssemos explicar por completo a teoria da criação, teríamos o triunfo da razão.

Fonte: Terra